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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

★ AFLBN - Natal Gothic Lolita! ★

Olá, como vão?

O tema do AFLBN desse mês foi decidido a partir de um jogo de amigo secreto, onde uma blogueira indicava um tema específico para outra. Quem me tirou foi a Madrepérola, e o tema escolhido foi Natal e Gothic Lolita. Gostei muito do tema, porque além de ser super bacana, quem sabe talvez não me dê uma forcinha para usar lolita nesse Natal, rs - já que eu estou me sentindo meio Scrooge esse ano, haha.

Decidi então, tentar montar uma espécie de guia para outfits natalinos voltado mais para o Gothic Lolita (embora talvez esteja meio aberto porque faz tempo que eu não pesquiso estilos muito específicos, rs). Nada é obrigatório, e o post vai ser mais uma visão pessoal da ideia que qualquer outra coisa, então sinta-se livre para usar ou não as inspirações. :)

★ Natal Gothic Lolita! 
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Cores e estampas

No geral, as cores que mais indicam Natal no mundo todo são o vermelho e o verde. Detalhes dourados ou prateados também são legais porque dão um ar festivo ao outfit, e estampas de brinquedos, sinos, árvores, e castelos são muito bem vindas. Além disso, dá para fazer ótimas combinações com peças gingham ou listradas. Como estamos falando mais especificamente do Gothic Lolita, nesse caso é interessante dar preferência à estampas menos "infantis" (flores podem ser uma boa pedida, por exemplo), ou para estampa nenhuma; e cores mais sóbrias, como um verde mais escuro, por exemplo, ou vinho.

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Se quiser tentar uma paleta de cores diferentes, pode fazer alguma coisa relacionada com inverno, com branco, azul e prateado (apesar da ironia de que provavelmente vai estar quente no dia de Natal, a ideia é que conta, rs), ou alguma temática religiosa. Nesse caso é bom tomar mais cuidado com as combinações para não perder o feeling gothic, já que cores claras são mais difíceis de enquadrar no estilo. Por fim, você também pode montar um outfit com base no preto, mas aí nesse caso, o perigo vai ser perder o feeling natalino, então tome um pouco de cuidado. Mesmo assim não é nada impossível! Tente equilibrar as coisas com detalhes e acessórios. :)

Detalhes dourados são uma boa ideia! link
O mesmo vale para prints! :) link
Esse outfit não é exatamente natalino, mas a ideia de usar o bolero de mangas curtas por cima do JSK pode ser útil se o clima estiver meio quente.

Cortes e tecidos

Não são tão importantes quanto as cores, creio eu, mas um corte mais "militar" de seu vestido pode incrementar seu outfit natalino inspirado em brinquedos (ou no Quebra-Nozes, rs) e empire waists podem dar certo em combinações mais "angelicais", por exemplo. O mesmo conta para tecidos como o veludo e peles falsas, que lembram frio e consequentemente podem remeter ao Natal - embora eu saiba que estando no Brasil esse tipo de coisa talvez seja complicada de vestir, por isso acho que talvez seja melhor transferir essas ideias para os acessórios (no tópico seguinte).

Para não ficar só na moitiè, outro vestido semelhante é esse aqui. link
No caso do feeling militar, acho que dá para trocar os casacos e sobretudos por coletes, que passam a mesma ideia de estilo, mas são menos quentes (também não precisam ser necessariamente de veludo, a imagem é meramente ilustrativa, rs). Alguns JSKs e OPs também tem esse tipo de corte.

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Acessórios

Os acessórios vão variar de acordo com a temática escolhida. Se optar por um outfit de tema religioso procure por cruzes, anjos e flores. Se estiver pensando em algo mais neutro e trabalhando só com as cores, pode aproveitar para colocar um pouco mais de brilho no coordinate, com dourados e prateados. Se for um outfit de inverno, você pode procurar por azuis, rendas e brilhos. No geral é a base que você escolheu que vai mandar nas escolhas de acessórios, mas aqui é um bom momento para usar sua criatividade e tornar o outfit mais interessante!

Mana para ideia de inverno, rs. link

Há várias outras ideias para inspiração: você pode fazer algo baseado em brinquedos, nas renas ou na árvore de natal - até mesmo em doces e estrelas, mas esses são um pouco mais difíceis de se acertarem com o Gothic, embora é claro, a sua inventividade é que conte. O veludo e as peles falsas podem ser aplicados aqui também, em vez de serem usados nas peças de roupa - e não se sinta na obrigação de usar chapéus e boinas ou enfeites elaborados, já acessórios mais leves também funcionam muito bem!

*荊棘鳥*韓版進口發飾 夜店女王超閃水鑽金絲絨蝴蝶結發飾發箍
link
*荊棘鳥*複古哥特女王範兒吸血鬼朋克華麗黑寶石耳飾耳墜耳釘
Estrelas discretas também funcionam. link

Não que seja minha intenção negligenciar os chapéus, boinas e enfeites elaborados (que são meus preferidos, rs), já que eles são ótimos e funcionam super bem! Mas como estamos num país quente e essa coisa com a temperatura é meio complicada, achei que fosse bom lembrar que dá para usar as dicas em combinações mais leves e discretas também.

Boinas são sempre muito versáteis! link
Bolsas, meias e sapatos

O caso é mais ou menos o mesmo dos demais acessórios. Você pode usar o básico, brincando apenas com cores e texturas, ou pode encontrar algo que fique dentro de um tema escolhido. Eu gosto muito das bolsas em formato de livros, por exemplo, e acho que elas podem se encaixar na temática natalina (principalmente as de contos de fadas), porque tem uma certa conexão com a infância e os presentes de Natal. 

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Outros formatos inusitados que podem ter alguma ligação com essa época do ano, na minha opinião, são os instrumentos musicais - violinos, pianos, etc, já que o Natal vem sempre acompanhado de música. Olhem, por exemplo, essa bolsa de acordeon aqui!

Sapatos e meias também terão de ir de acordo com o outfit, mas aí vão algumas ideias a respeito deles: se estiver montando uma combinação inspirada em brinquedos, pode aproveitar as estampas de listras, xadrezes e losangos - elas normalmente dão uma cara circense e lúdica para outfit todo. Se for ficar com o tema militar, pode usar botas de cano longo (ou no caso do calor, botas de cano mais baixo). Sapatos delicados e/ou abertos podem funcionar bem com a ideia de inverno ou com uma temática celeste. E como estamos pensando mais em Gothic Lolita, sapatos pretos certamente funcionarão bem com praticamente tudo!

not a serious wound : Photo
Mais dourado! link
Esse não é um outfit Gothic, mas o sapatos dessa garota são muito legais! Dê uma olhada aqui.

Outras ideias

 Gothic Lolita facilita muito para estampas e acessórios de rosas e cruzes, e favorece as cores escuras (como o vermelho e o verde escuro), então não deixe de usar isso a seu favor! Acho que este é o meio mais fácil de atingir um outfit Gothic que tenha uma pegada natalina. É claro que não precisa ser tudo vermelho e verde, rs, mas elas são cores muito úteis, e procurar por imagens nesse padrão pode ser uma boa fonte de inspiração. :)

Great corset vest and brown waist cincher on this site
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 Use todo o brilho que puder! Aproveite que se trata de uma data festiva para incrementar nos dourados, prateados e tecidos reluzentes - e fugir um pouco dos outfits usuais do demais dias do ano.

 Enquanto pesquisava referências para esse post achei muitas imagens de boystyle, e como não se fala muito nesses estilos, achei que valesse lembrar que boa parte das dicas podem ser aproveitadas para Ouji, Aristocrat e etcs, também. 

■ Odette Mansion dress suit, tuxedo suit Swan mansion ■ Spot - navy
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 Use a criatividade nas temáticas! Você pode procurar inspiração em histórias de natal, brinquedos típicos, doces (que tal um outfit a la Willy Wonka? haha), temas étnicos, religiosos ou celestiais. Não deixe de dar uma olhada em filmes, peças, desenhos e livros. É uma tarefa bastante divertida! :)

Imagem do ballet O Quebra-Nozes, que eu comentei em algum momento desse post, rs link.

Network
E é isso por hoje. Tentei dar uma noção do que eu, especificamente, estava pensando para um Natal Gothic Lolita, mas com certeza existem muitas outras maneiras de se cordernar um outfit natalino, então não deixe de pesquisar por aí e criar suas próprias ideias! 
Aliás, o que vocês acham que é importante para um outfit temático dessa época do ano? Já fizeram algo do tipo? :)

Eu vou ficando por aqui, até mais e boas festas!

Milky

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

★ Recomendação: Elisabeth - Ai to Shi no Rondo ★

Olá, como vão?

Eu revi recentemente a peça que me apresentou ao Takarazuka e achei que seria legal recomendá-la num post específico. Se você nunca ouviu falar do Takarazuka Revue, talvez queria ler esse post muito bacana do blog Amai Dream (lá você também vai encontrar um post sobre Elisabeth, que foi justamente o que me levou a assistir essa apresentação há uns anos atrás, rs).

likeabloodydawn:

'tis time.
link
"Elisabeth - Ai to Shi no Rondo" é uma adaptação de um musical em alemão de nome "Elisabeth". Conta a história da Imperatriz Elisabeth (ou Isabel) da Áustria, desde sua infância até seu assassinato pelas mãos do anarquista Luigi Lucheni. É um misto de relato histórico e fantasia - a narrativa é contada postumamente pelo próprio Lucheni que se vê interrogado por vozes num lugar que aparenta ser o purgatório. O anarquista justifica o assassinato de Elisabeth alegando que não fizera nada além do que a própria Imperatriz desejava, uma vez que ela estivera durante toda a vida apaixonada pela morte (e vice-versa!).
Ficheiro:Winterhalter Elisabeth 2.jpg
A Imperatriz real retratada por Franz Xaver Winterhalter. Link.
Lucheni convida todos os participantes da história para dar seu depoimento, entre eles, Der Tod, a própria morte. A peça então é direcionada a infância de Sissi (apelido da jovem e aventureira Elisabeth) e segue numa espécie de biografia da moça, passando pelo seu casamento com o Imperador Franz Joseph, o que a levará a tornar-se Imperatriz, e continuando até seus últimos dias.

A peça original estreou em 1992 em Viena, e a primeira adaptação do Takarazuka saiu em 1996. Vi pela primeira vez a versão da Moon Troupe de 2005, mas não consegui achar na internet de novo, então fiz o download da de 2009 (se você quiser assistir dá para baixar com legendas em português nesse site).

link
As peças do Takarazuka são sempre muito legais. Há uma mistura de temas sombrios com um brilho (muitas vezes literal, rs) característico das versões japonesas. Confesso que no fim da apresentação, todas aquelas danças e penas coloridas me pegaram de surpresa, haha, mas é algo que você acaba se acostumando, porque aparece com alguma frequência em outras peças também. Os cenários e figurinos são absolutamente incríveis, as canções muito bem executadas e as atuações são ótimas!

Olhem esse figurino! link.
Uma das minhas músicas favoritas é "Watashi dake ni", dá para encontra-la no youtube em outras apresentações, mas vou deixar essa com as legendas:


Se você quiser conhecer a versão em língua alemã pode vê-la aqui, com legendas em inglês. Eu ainda não acabei de assistir, mas dá para notar que elas são até bem parecidas (a do Takarazuka e a de Viena). Um dos melhores personagens, na minha opinião, é o próprio Lucheni. Ele aparece em inúmeros momentos na história, como uma espécie de narrador-personagem irreverente, bastante irônico e ligeiramente maluco, rs. E é sempre muito bem interpretado! 

link
A peça é muito legal, e vale bastante a pena assistir. Eu recomendo muito! Queria encher de fotos, mas não vou fazer isso para não sobrecarregar o post, então recomendo uma pesquisa no tumblr para dar uma olhada em mais imagens legais, haha. :)

E é isso por hoje, até mais ver!

Milky

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

★ Destaques de novembro - AFLBN ★

Oi gente, como vocês estão?

Hoje é dia para os destaques do mês de novembro no Alternative Fashion & Lifestyle Blog Network. O tema do mês de novembro foi "Coordinates baseados em comidas", e embora eu não tenha tido tempo para postar, o pessoal do grupo apresentou ideias muito legais! Dê uma conferida:


Network

E para os destaques do mês então:

A Madrepérola lançou seu primeiro livro "As Donzelas e as Sombras" (que eu já comprei, rs, e você pode fazer o mesmo pelo site da editora), então dê uma passada lá no Doce Madrepérola para ver as fotos e saber um pouco mais sobre o lançamento! :)



Apesar de já estar linkado para o tema de novembro, queria dar destaque ao post dos coordinates inspirados em comida do Midori Sakura. As três propostas ficaram maravilhosas e muito inspiradoras! Também dê uma olhada nesse post sobre Mori girl e contos de fadas!


Também queria destacar o post do Pote de Estrelas sobre o mesmo tema. A Hoshi montou combinações inspiradas em doces e frutas vermelhas, que combinam muito com country lolita! :)


Por fim tem dois posts legais de meetings no Reino de Morango (esse e o do Bazar J-Fashion). A decoração do Le Jardin Secret é mesmo muito bonita, e os outfits todos estavam uma graça! :D


E é isso gente. Não deixem de dar uma olhada nos outros blogs do grupo quando tiverem oportunidade também!

Vou ficando por aqui, e embora eu ache que eu não vá ter sossego nem nas férias (que vão ser bem curtinhas :c), espero que dê mais tempo para postar esse mês, rs.

Até mais!

Milky

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

★ Hidromel caseiro - receita ★

Olá, como vão?

Para variar um pouco o teor dos posts (e porque eu não estou com muito tempo para escrever), vou republicar essa receita de hidromel que tentei fazer há um tempo atrás e que eu tinha postado no blog antigo. Não deu exatamente certo, mas acho válido compartilhar a experiência, rs. :)

Mês passado (há milhares de anos, rs) eu participei do AGE e experimentei o hidromel que o pessoal do RPG estava vendendo lá - e a bebida era muito, muito boa mesmo. Infelizmente eu não comprei a garrafa no dia e depois fiquei com saudades, rs. Como hidromel não é uma coisa que você acha com facilidade por aí, eu resolvi seguir umas receitas que encontrei na internet para fazer o meu próprio, então hoje vou compartilhar a experiência com vocês.

link 
Aviso: como dito acima, hidromel é bebida alcoólica, então pense bem se vai querer fazer a receita ou não. Estou pensando em tentar fazer uma versão sem álcool depois, mas não é essa!

★ Hidromel Caseiro ★

Você vai precisar de:

★ Um galão de água (vamos usar a água que vem dentro e o próprio recipiente então não jogue nada fora) - para essa receita eu usei um galão de 5L, mas só vamos precisar de 4L.
★ Uma mangueira ou tubo
★  Uma garrafa ou recipiente menor
★ 600 gramas de mel puro
★ 6 gramas de fermento biológico para pão

NOTA: Use realmente o mel puro, não aqueles que são feitos a base de glicose, porque o sabor vai ser completamente diferente - uma vez que é a própria glicose que fermenta (se o mel na verdade for glicose pura, a bebida vai virar álcool puro também). :s


Existe uma grande gama de variações no preparo de hidromel. Você não precisa acrescentar mais nada na receita se não quiser, mas se tiver vontade de mexer um pouco no sabor pode colocar suco de frutas, chá, etc.

Nessa receita eu usei:

★ suco de 1 laranja
★ 1 sachê de chá cítrico

Ingredientes conferidos? Então agora é a hora de construir seu fermentador.
Essa parte é bem interessante e torna a fabricação da bebida bem divertida. Vamos lá:

Construindo o fermentador

Você vai precisar fazer esses mecanismos malucos para sua fermentação funcionar. Quanto mais tempo deixar a bebida descansando, maior o teor alcoólico será, por isso você pode querer optar por colocar uma segunda mangueira na garrafa maior para poder experimentar o hidromel de vez em quando. Eu não usei isso, então vou ensinar do jeito mais simples.

1º - Faça um furo na tampa da garrafa maior por onde você possa passar a mangueira. Pode fazer a mesma coisa na menor se precisar (se não, pode simplesmente encaixar a mangueira no gargalo da garrafa)

2º - Coloque um pouco de água com sal na garrafinha pequena. Não precisa encher a garrafa e uma colher de chá de sal já é suficiente.


tirei essa imagem desse site, ele usa uma segunda mangueira para retirar as amostras~

Deixe isso de lado por enquanto e vamos ao preparo do hidromel:

Fazendo o Hidromel

1- Separe dois litros da água do galão (o que sobrar você pode colocar para fora) e deixe em fogo alto.

2- Pode acrescentar os ingredientes adicionais nessa etapa, então coloque o mel, o suco de laranja e o chá para ferver junto com a água. Mexa um pouco para o mel desgrudar do fundo e se misturar bem. Quando achar que a solução está líquida o suficiente ainda vai ter que deixar por mais vinte minutos sem mexer, para os ingredientes se dissolverem por completo.


- Se formar uma camada em cima da panela, retire.

3- Acrescente agora os 2 litros de água (em temperatura ambiente) restantes na mistura.

4- Adicione o fermento e devolva tudo dentro do galão. Deixe esfriar antes de tampá-lo ou vai matar boa parte das leveduras.

5- Depois de esfriar pode tampar o galão. A mangueira que vai dar saída na garrafa menor não deve encostar no hidromel (veja o desenho lá em cima), mas a outra extremidade dela, que vai dentro da garrafinha tem que ficar imersa na água com sal, assim os gases liberados pela fermentação vão poder sair pela água, mas nada vai conseguir entrar na garrafa com o seu hidromel (é o que chamam de air-lock).

6- Passe fita isolante na tampa do garrafão. Não há necessidade de fazer isso na pequena, mas se quiser garantir, sem problemas :)

Fica assim no final:


Você vai ter que esperar no mínimo duas semanas para ficar pronto, mas pode deixar mais ou menos tempo, de acordo com a quantidade de álcool que espera da bebida. Eu deixei até a fermentação terminar (que foi por volta de duas semanas também). A bebida tem que ficar em um lugar escuro para facilitar a ação das leveduras.

NOTA: o air-lock é extremamente importante, se os gases não forem liberados há chances da garrafa explodir, e se o caso for o contrário (outros gases entrarem) eles vão interferir na fermentação e deixar seu hidromel parecendo vinagre.

A fermentação da glicose gera bolinhas na garrafa menor e faz um barulho baixinho. Dá para saber quando acabou, porque essas coisas param de acontecer e forma uma faixa branca no fundo da garrafa. A bebida vai ficar bem mais clara também:


7 - Tire a bebida de dentro da garrafa e coe para se livrar das leveduras mortas. 

Ainda vai ter que deixá-la um bom tempo na geladeira para que qualquer levedura que tenha sobrado se deposite no fundo, mas já pode experimentar se quiser. Quanto mais tempo ficar parado melhor, mas aí é opção sua. Eu deixei outra semana...


É um processo em demorado e exige bastante paciência (quanto mais paciência melhor para o sabor, na verdade), mas eu acho que vale a pena. Rende bastante e a bebida é muito boa (quando dá certo, rs). 

Eu não gostei muito do meu resultado por que eu inventei de usar o 'mel falso' que é feito basicamente de glicose e isso acabou deixando meu hidromel com gosto de álcool puro no final, haha. Como ficou difícil de engolir, eu misturei um pouco de suco de pêssego, e por incrível que pareça não ficou tão ruim, rs - mas também não ficou nem um pouco parecido com o que deveria ter sido, então da próxima vez vai ser com mel de verdade.

Também vou ver se faço a receita sem álcool e depois compartilho os resultados. 

E é isso, espero que se saiam melhor do que eu e se divirtam tomando a bebida dos deuses!

Até breve!

Milky

domingo, 16 de novembro de 2014

★ Sobre moda de rua japonesa e arte ★

Oi gente, como vão?

Estou tão atrasada com esse blog, haha! E eu nem sei mais quais eram as coisas que eu tinha dito para mim mesma que ia postar (eu devia ter feito uma lista de verdade numa folha de papel, rs) - mas lembro de ter dito que ia publicar aquele ensaio que eu estava escrevendo quando fiz o post do Art Loli, então, como ele já está pronto há um tempo (e como eu ainda estou meio apressada para escrever qualquer coisa) vou colocá-lo hoje aqui.

Só queria lembrar que, apesar de ser para a faculdade, esse não é um texto nem um pouco científico. Eu fiz uma pesquisa bem básica, já que esse trabalho foi escrito só para sugerir um tema para talvez ser aprofundado mais tarde (o título original até era "Questionamentos sobre moda de rua japonesa e arte", já que se tratava basicamente de um processo de dúvida). Também queria deixar avisado que nem tudo que eu falar nesse "ensaio" é exclusivo da moda de rua japonesa, eu só dei foco para ela. ~E que eu também nunca estive no Japão, então tudo foi baseado em pesquisa (que eu espero que não esteja muito fora da realidade, rs).

E é isso. Sintam-se a vontade para opinar, apontar erros e essas coisas, rs. :)

★ Moda de rua japonesa e arte 
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Definir Arte é uma tarefa praticamente impossível. Mesmo assim o termo é usado com frequência para designar o mais variado tipo de coisa, o que torna a palavra cada vez mais abstrata. Quando estudei Moda, ouvi várias vezes que estávamos trabalhando com um tipo de Arte. Mas por quê? É até comum aceitar a Moda conceitual das passarelas como artística, talvez pela pouca usabilidade de suas peças - mas, mais provavelmente porque há nela maior preocupação com formas e cores do que com a simples necessidade de vestir alguém. Por outro lado, é na moda de rua que as expressões individuais são mais acentuadas. Nesse quesito, não há lugar onde isso seja mais evidente do que nas ruas de Tokyo. Em bairros como Harajuku, encontramos os mais variados estilos pessoais, completamente livres dos conceitos “modísticos” modernos. É claro que a roupa ainda tem o intuito de cobrir e proteger, mas faz muito mais do que isso. É uma expressão de um grupo ou de um indivíduo. É uma reflexão sobre cores, texturas, imagens e representações. É muito artístico.

Pesquisar sobre a moda de rua japonesa pode abrir portas para o entendimento do que Arte realmente significa. Pode nos permitir encontrar ligações entre o que é essencial (o ato de se vestir, numa sociedade moderna) e o que é expressão (que, afinal de contas, também pode ser vista como uma necessidade básica). Há uma grande quantidade de possibilidades relacionadas a esses assuntos – psicológicas, sociológicas, artísticas, etc.

Tomemos como exemplo uma figura que se tornou relativamente conhecida nos últimos tempos: Eijiro Miyama, também apelidado de Boshi Ojisan (algo como “homem/tio do chapéu”), que, aos 80 anos de idade, passas seus fins de semana nas ruas de Yokohama vestindo chapéus enormes – nos quais todo o tipo de coisa é atada, principalmente bonecas e brinquedos antigos – roupas coloridas, colares incomuns, e até "brincos" que servem como pequenos aquários para peixes dourados vivos. Miyama acabou por participar de algumas exposições de arte dentro e fora do Japão, mas antes disso - por mais estranha que sua indumentária pudesse parecer para quem o visse passeando calmamente em sua bicicleta numa tarde de domingo - tudo se tratava apenas de uma maneira inusitada de se vestir*. Apenas um tipo diferente de roupa. E roupa todo mundo usa. Então, quando é que a linha entre a arte a moda foi cruzada? Haverá, afinal de contas, uma linha?


Eijiro Miyama 

Apesar de o usarmos como exemplo, Eijiro Miyama não é nem de longe a única pessoa a vestir-se de maneira tão diferente nos bairros japoneses (e no mundo). Grupos e indivíduos criaram bases completamente diferentes das que estamos acostumados a ver no dia-a-dia ocidental, no que se trata de vestuário. É verdade que boa parte dessas subculturas tão incomuns surgiram como uma espécie de releitura japonesa de peças de roupa dos EUA e da Europa, mas, a despeito de suas origens, tornaram-se movimentos completamente originais. Muitas pessoas se viram livres para criar e desenvolver estilos próprios (baseados ou não no que viam nas ruas). Há também certa diferença nos desfiles de moda dessas regiões: em vez de apenas lançarem tendências (embora certamente o façam), eles estão mais conectados com o que acontece do lado fora, muitas vezes adaptando ideias que surgiram nas ruas. Há uma troca de informações, onde o que as pessoas fazem fora das passarelas tem igual (às vezes até maior) importância do que os estilistas propõem nelas. Não há imposição. E a verdade é que os próprios estilistas estão nas ruas.

Sebastian Masuda é o designer da colorida e chamativa 6%DOKIDOKI, que serviu de influência para inúmeros estilos que surgiram desde o nascimento da marca (principalmente o Decora, que é marcado pelo excesso de acessórios coloridos e sobreposições de peças). Nesse período, de 1995 - data de criação da marca - até hoje, o Decora já se tornou bastante diferente do que era no início, e outros estilos inspirados emergiram em Tokyo. Os estilos antigos ou transformam-se para manterem-se vivos, ou dão lugar a coisas completamente novas. Ainda é possível encontrar um pouco de Decora em artistas modernos como Kyary Pamyu Pamyu (que teve um dos clipes dirigidos por Masuda), mas as mudanças também são muito claras. Tudo é extremamente mutável e livre. Mas o que quero pontuar, é que, mesmo se nos focarmos apenas nas produções de Sebastian Masuda e no Decora, já seríamos capazes de nos confrontarmos com algumas questões a respeito de arte.

Sebastian Masuda não só foi o diretor de arte de clipes musicais, como recentemente lançou-se em uma exposição, que seria sem dúvida, considerada artística. A exibição “Colorful Rebelion – Seventh Nightmare”, em Nova York, conta com instalações e peças multicoloridas, que são praticamente versões “não-vestíveis” do que ele propõe na 6%DOKIDOKI.  Mas então, o que separa essas produções expostas das que são vendidas nas lojas? Mais importante que isso: o que é que separa a produção de Masuda numa galeria, de uma combinação maravilhosamente criativa de alguém que comprou suas peças e decidiu usá-las como bem entendesse? Diferentemente do que acontece nas passarelas (inclusive nas japonesas), na moda de rua a pessoa não é apenas um suporte para a roupa de um estilista, mas faz a roupa ser o que é - modificando-a e combinando-a da maneira que quiser.

 
 Acima: parte da exposição de Sebastian Masuda (esquerda), e Cramy Sauce, usando peças da marca 6%DOKIDOKI em Harajuku (direita).

O uso da peça, a meu ver, é mais importante que a peça em si, nesses casos. Se fossemos conjeturar sobre uma peça de vestimenta ser ou não arte, acabaríamos nos deparando com trabalhos como os do Bispo do Rosário, ou as obras não muito usáveis de Maribel Domenech, por exemplo, que, em ultima análise, são peças de roupa que também são arte – por isso podem ser expostas em museus (e são) sem que ninguém fique dando muito palpite a respeito. Mas se levarmos em conta a produção do Bispo do Rosário, por exemplo, veremos que ela não era considerada arte antes de alguém julgá-la como tal. Mais ou menos o que houve com o “homem dos chapéus”, embora, é claro, as proposições dos dois artistas fossem um tanto diferentes entre si. Por outro lado, enquanto uma peça do Bispo do Rosário hoje é uma obra de arte por si só, o efeito de qualquer indumentária de Eijiro Miyama é quase todo perdido quando ele não está a vestindo. Ver vestidos e chapéus em manequins não é a mesma coisa que encontrar um velhinho usando-os naturalmente no dia-a-dia. Até porque, como já foi dito, essas peças e combinações nem foram feitas para ser exatamente Arte*, embora seu teor artístico seja inegável.

Exposição de Eijiro Miyama no Japão, em 2008. Compare com a fotografia em que realmente ele usa as roupas.

Outro caso interessante da moda de rua japonesa é o recente surgimento de um estilo denominado Artistic Lolita, ou Art Loli. Não se sabe exatamente o motivo dessa nomeação, mas decerto a parte “artistic” ou se refere ao cuidado e reflexões necessárias para montar uma combinação no estilo, ou ao excesso quase barroco dos outfits. É curioso notar como, apesar da designação de estilo, nenhuma combinação é muito semelhante à outra. Há elementos marcantes que o identificam, mas ninguém diria que caem na mesmice. Isso acontece com boa parte das subculturas japonesas também, embora uma ou outra seja mais rígida a respeito de seus enquadramentos. Mesmo assim, em geral a liberdade de criação é praticamente infinita. A questão aqui é, entretanto, com a nomenclatura. É fácil encontrar páginas na internet que digam coisas como: “Ninguém há de discordar que são verdadeiras obras de arte!” quando se referem ao Artistic Lolita. Não seria essa uma expressão capaz de englobar os outros estilos da moda de rua japonesa (e claro, as criações inovadoras do resto do mundo)?



Algumas combinações diferentes no Art Loli. Variam bem mais que esses dois exemplos. Déjà vu de fotos, rs

Apesar da enorme profusão de estilos que vêm e vão nas ruas de Tokyo, é muito comum encontrar combinações que não se encaixam em nenhum estilo específico e que são extremamente expressivas. Não pretendo diminuir a incrível capacidade criativa dos indivíduos que, por um motivo ou outro, escolhem ficar dentro um estilo com determinados padrões. Há coisas extremamente interessantes dentro dessas pequenas culturas (e até em culturas maiores e menos incomuns), como foi visto. A expressividade, afinal, vem das escolhas pessoais, e determinar se suas combinações vão ou não estar dentro de um estilo mais ou menos pré-determinado é opção individual.

O que diferencia as modas urbanas japonesas dos demais tipos de moda no mundo é provavelmente a valorização da criatividade pessoal, o que contribui para essa mutabilidade constante de pequenos padrões, ou em muitos casos, para a sua quase que completa ausência. Uma combinação inusitada de peças coloridas da 6%DOKIDOKI não perde em nada para os chapéus de Miyama - são apenas mensagens diferentes. A verdadeira lição da moda de rua japonesa é expressar-se corajosamente.
Certamente ninguém em Harajuku está muito preocupado com a possibilidade de suas vestimentas serem consideradas Arte ou não. O que vale é sentir-se bem. Mesmo assim é impossível não relaciona-los. Se não são Arte da maneira convencional, também não deixam de ser grande influência para inúmeros artistas “tradicionais”. Há uma porção de ilustradores, pintores e até músicos que se inspiram e tornam-se inspiração nas ruas nipônicas. Acredito que é impossível desconectar a arte da moda num ambiente como esse, mas os limites (se é que existem) são muito tênues. Buscar entender melhor essa cultura pode proporcionar muitos esclarecimentos – ou ainda mais questões sobre os caminhos da arte, ou no mínimo, da expressão. De qualquer forma, não é algo para ser ignorado.

Por fim, há uma questão quase filosófica que se insinua sobre essa análise: se todos nós pudéssemos realmente nos vestir e nos expressarmos como quiséssemos, sem apenas reproduzir o que é vendido em propagandas ou lojas de departamento, não seriamos todos artistas?

*Não dá para saber exatamente o que se passa na cabeça das pessoas, rs, então dizer se alguém estava vestindo alguma coisa como "arte", como vestimenta "normal", ou como algo completamente diferente é uma tarefa impossível. Isso de "não ter sido pensado para ser arte" é bastante especulativo, mas foi o que eu achei que se encaixava melhor com o Boshi Ojisan (dê uma lida aqui, por exemplo) e com o argumento. Não quer dizer que seja exatamente dessa maneira. Talvez seja, eu realmente não sei. :s

Bibliografia principal e imagens

http://www.artbrut.ch/en/21004/1017-3/authors/miyama--eijiro
http://tokyofashion.com/sebastian-masudas-art-exhibition-new-york/
http://tokyofashion.com/harajuku-decora-girls-hello-kitty-6dokidoki/
http://m.niusnews.com/upload/imgs/default/13MarN/miyamaeijiro/10.jpg
http://media-cache-cd0.pinimg.com/736x/d0/f0/dc/d0f0dcfeae956dce239b1238f351190c.jpg
http://www.sul21.com.br/jornal/moda-e-arte/

 Se você for utilizar esse texto integral ou parecialmente (assim como qualquer outro conteúdo do blog), por favor dar os devidos créditos ;) 



E ficou assim, rs. Não tenho certeza se vou começar algum tipo de pesquisa com isso, mas acho que é algo interessante para ser discutido. O que vocês pensam sobre o assunto?


Vou ficando por aqui, até mais!


Milky

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

★ AFLBN - Estampas Preferidas ★

Oi gente, como vão?

Já estamos para frente do meio do mês e eu ainda não consegui postar nada na página, por isso achei melhor aproveitar essa oportunidade de agora para fazer o tema do mês da AFLBN - antes que eu acabe deixando passar outra vez! :c

O tema de outubro é "Estampas Preferidas", por isso montei uma listinha com os estilos de prints que eu mais gosto.  Eu nunca tinha parado para pensar nesse tipo de coisa antes, então foi como fazer uma jornada de auto-descoberta lolitesca, haha. Foi bem divertido. :)

Network

★ Minhas estampas preferidas ★

1. Portões, castelos, vitrais e construções em geral

Essa ficou em primeiro lugar absoluto porque a primeira coisa que eu percebi quando comecei a analisar minhas preferências foi que boa parte das peças que eu mais gosto tem esse tipo de print. Não acho que eu tenha procurado comprar vestidos desse tipo de propósito, mas meio inconscientemente eu quase comecei uma coleção, haha. E agora, parando para pensar, é mesmo um tipo de estampa muito legal, que eu provavelmente não vou enjoar tão cedo! O meu primeiro dream dress também tinha uma print de castelo (o Sacred Night da Lief), mas até hoje não consegui adquiri-lo, rs.

Sacred Night. Link.

Se  vocês quiserem dar uma olhada, há reviews do Silent Moon aqui e do Forest of Pipe Organ aqui. Ainda estou devendo um do Cathedral Chiffon (print abaixo), da Infanta, mas vou fazer assim que for possível.

2. Cruzes, velas/candelabros, relógios, livros, etc

Também dei uma olhada na minha wishlist lolita (que na verdade está abandonada já tem um tempo) para ver que tipo de coisa eu tinha selecionado lá. Notei que quase metade das peças escolhidas não tinham print nenhuma, mas as que tinham, estavam quase sempre dentro dessa categoria. Talvez por ser um pouco mais velha, a wishlist tenha sido praticamente inteira Gothic (se fosse fazer uma nova acho que seria um pouco mais variada), mas isso explica essa frequência de temas que são mais ou menos de uma mesma família - e que eu ainda gosto muito, aliás!

Vou usar de exemplo o Magical Library (da foto abaixo), que eu quase comprei uns tempos atrás. Eu tinha adorado a estampa de livros (que é realmente muito bonita), mas agora que parei para refletir, acho que meu subconsciente também tinha gostado das janelas da print, haha. É uma coisa engraçada, porque eu não tinha mesmo reparado nessa minha obsessão arquitetônica!

Mas para provar que eu também gosto de coisas que não envolvem construções, darei um outro exemplo de estampa dessa categoria: o Elizabeth Bride of Death, da Alice and the Pirates (na foto abaixo).

Há alguns outros temas de prints que eu também curto bastante, mas que não apareceram com tanta frequência na wishilist - como cartas, quadros, peças de xadrez, etc - mas acho que todas essas coisas estão, mais ou menos, dentro de um mesmo estilo, então vou deixá-las todas reunidas nessa categoria grandona desse segundo tópico.

Elizabeth Bride of Death. Link.

3. Flores (mais especificamente, rosas)

Também gosto bastante de estampas florais (principalmente aquelas com flores grandes, ou que se assemelham com pinturas de alguma forma - deem uma olhada na imagem a seguir), mas acho que as rosas, especificamente, apareceram bem mais nos meus itens mais procurados. Um exemplo disso é o Bertille Rose, da Innocent World, que está na direita da foto.

Innocent World 15th Anniversary Rose, Ashley Embroidery, Bertille Rose. Link.
O Vampire Prelude da Alice and the Pirates também é um exemplo, mas um pouco diferente do primeiro. Ele é bem parecido com o Vampire Requiem (que era outro vestido com inspirações arquitetônicas que eu estive procurando na mesma época que estava atrás do JSK da Lief), só que um pouco mais carregado. As rosas são menos detalhadas porque tem um estilo diferente, mas acho que também são muito bonitas. Eu gosto mais da versão da saia (na imagem a seguir). :)

Vampire Prelude. Link.
4. Listras, Xadrez e Gingham

Nem sei se essas podem ser consideradas estampas (no sentido que estamos usando nesse post) mas acho que vale a pena dar um pouco de destaque para outra coisa que notei na minha wishlist . Há um review de um JSK da HMHM (que eu não sei o nome :c) aqui, Ele é listrado, mas mal dá para notar de longe, o que eu achei muito legal. No final, acabei me acostumando com esse tipo de peça - indo de saias e meias à blouses - e terminei por até a gostar das listras mais pesadas (como nesse JSK da Atelier Pierrot). O mesmo aconteceu com o xadrez e o gingham: eu não curtia muito, mas acabei me acostumando, e no fim, gostando. Um exemplo de um vestido que gostaria de tentar replicar (já que não dá mais para achar para vender), é o M'ss Twinkle Detective da St.Tears.

Retirada da página da St Tears, o link não existe mais :/
image

Bem, e é isso. Esses não são os únicos temas que eu  gosto, mas tentei separar, mais ou menos, o que estava aparecendo mais na minha lista de desejos. Há uma porção de exemplos não dados também, mas eu não queria deixar o post muito grande, e acho que deu para pegar a ideia, rs. 

Gostei de fazer essa lista, já tem um tempão que eu não uso lolita e analisar estampas ajudou a me animar, haha. E vocês, quais são suas prints favoritas?

Eu vou ficando por aqui, até mais!

Milky

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