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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

★ Hidromel caseiro - receita ★

Olá, como vão?

Para variar um pouco o teor dos posts (e porque eu não estou com muito tempo para escrever), vou republicar essa receita de hidromel que tentei fazer há um tempo atrás e que eu tinha postado no blog antigo. Não deu exatamente certo, mas acho válido compartilhar a experiência, rs. :)

Mês passado (há milhares de anos, rs) eu participei do AGE e experimentei o hidromel que o pessoal do RPG estava vendendo lá - e a bebida era muito, muito boa mesmo. Infelizmente eu não comprei a garrafa no dia e depois fiquei com saudades, rs. Como hidromel não é uma coisa que você acha com facilidade por aí, eu resolvi seguir umas receitas que encontrei na internet para fazer o meu próprio, então hoje vou compartilhar a experiência com vocês.

link 
Aviso: como dito acima, hidromel é bebida alcoólica, então pense bem se vai querer fazer a receita ou não. Estou pensando em tentar fazer uma versão sem álcool depois, mas não é essa!

★ Hidromel Caseiro ★

Você vai precisar de:

★ Um galão de água (vamos usar a água que vem dentro e o próprio recipiente então não jogue nada fora) - para essa receita eu usei um galão de 5L, mas só vamos precisar de 4L.
★ Uma mangueira ou tubo
★  Uma garrafa ou recipiente menor
★ 600 gramas de mel puro
★ 6 gramas de fermento biológico para pão

NOTA: Use realmente o mel puro, não aqueles que são feitos a base de glicose, porque o sabor vai ser completamente diferente - uma vez que é a própria glicose que fermenta (se o mel na verdade for glicose pura, a bebida vai virar álcool puro também). :s


Existe uma grande gama de variações no preparo de hidromel. Você não precisa acrescentar mais nada na receita se não quiser, mas se tiver vontade de mexer um pouco no sabor pode colocar suco de frutas, chá, etc.

Nessa receita eu usei:

★ suco de 1 laranja
★ 1 sachê de chá cítrico

Ingredientes conferidos? Então agora é a hora de construir seu fermentador.
Essa parte é bem interessante e torna a fabricação da bebida bem divertida. Vamos lá:

Construindo o fermentador

Você vai precisar fazer esses mecanismos malucos para sua fermentação funcionar. Quanto mais tempo deixar a bebida descansando, maior o teor alcoólico será, por isso você pode querer optar por colocar uma segunda mangueira na garrafa maior para poder experimentar o hidromel de vez em quando. Eu não usei isso, então vou ensinar do jeito mais simples.

1º - Faça um furo na tampa da garrafa maior por onde você possa passar a mangueira. Pode fazer a mesma coisa na menor se precisar (se não, pode simplesmente encaixar a mangueira no gargalo da garrafa)

2º - Coloque um pouco de água com sal na garrafinha pequena. Não precisa encher a garrafa e uma colher de chá de sal já é suficiente.


tirei essa imagem desse site, ele usa uma segunda mangueira para retirar as amostras~

Deixe isso de lado por enquanto e vamos ao preparo do hidromel:

Fazendo o Hidromel

1- Separe dois litros da água do galão (o que sobrar você pode colocar para fora) e deixe em fogo alto.

2- Pode acrescentar os ingredientes adicionais nessa etapa, então coloque o mel, o suco de laranja e o chá para ferver junto com a água. Mexa um pouco para o mel desgrudar do fundo e se misturar bem. Quando achar que a solução está líquida o suficiente ainda vai ter que deixar por mais vinte minutos sem mexer, para os ingredientes se dissolverem por completo.


- Se formar uma camada em cima da panela, retire.

3- Acrescente agora os 2 litros de água (em temperatura ambiente) restantes na mistura.

4- Adicione o fermento e devolva tudo dentro do galão. Deixe esfriar antes de tampá-lo ou vai matar boa parte das leveduras.

5- Depois de esfriar pode tampar o galão. A mangueira que vai dar saída na garrafa menor não deve encostar no hidromel (veja o desenho lá em cima), mas a outra extremidade dela, que vai dentro da garrafinha tem que ficar imersa na água com sal, assim os gases liberados pela fermentação vão poder sair pela água, mas nada vai conseguir entrar na garrafa com o seu hidromel (é o que chamam de air-lock).

6- Passe fita isolante na tampa do garrafão. Não há necessidade de fazer isso na pequena, mas se quiser garantir, sem problemas :)

Fica assim no final:


Você vai ter que esperar no mínimo duas semanas para ficar pronto, mas pode deixar mais ou menos tempo, de acordo com a quantidade de álcool que espera da bebida. Eu deixei até a fermentação terminar (que foi por volta de duas semanas também). A bebida tem que ficar em um lugar escuro para facilitar a ação das leveduras.

NOTA: o air-lock é extremamente importante, se os gases não forem liberados há chances da garrafa explodir, e se o caso for o contrário (outros gases entrarem) eles vão interferir na fermentação e deixar seu hidromel parecendo vinagre.

A fermentação da glicose gera bolinhas na garrafa menor e faz um barulho baixinho. Dá para saber quando acabou, porque essas coisas param de acontecer e forma uma faixa branca no fundo da garrafa. A bebida vai ficar bem mais clara também:


7 - Tire a bebida de dentro da garrafa e coe para se livrar das leveduras mortas. 

Ainda vai ter que deixá-la um bom tempo na geladeira para que qualquer levedura que tenha sobrado se deposite no fundo, mas já pode experimentar se quiser. Quanto mais tempo ficar parado melhor, mas aí é opção sua. Eu deixei outra semana...


É um processo em demorado e exige bastante paciência (quanto mais paciência melhor para o sabor, na verdade), mas eu acho que vale a pena. Rende bastante e a bebida é muito boa (quando dá certo, rs). 

Eu não gostei muito do meu resultado por que eu inventei de usar o 'mel falso' que é feito basicamente de glicose e isso acabou deixando meu hidromel com gosto de álcool puro no final, haha. Como ficou difícil de engolir, eu misturei um pouco de suco de pêssego, e por incrível que pareça não ficou tão ruim, rs - mas também não ficou nem um pouco parecido com o que deveria ter sido, então da próxima vez vai ser com mel de verdade.

Também vou ver se faço a receita sem álcool e depois compartilho os resultados. 

E é isso, espero que se saiam melhor do que eu e se divirtam tomando a bebida dos deuses!

Até breve!

Milky

domingo, 16 de novembro de 2014

★ Sobre moda de rua japonesa e arte ★

Oi gente, como vão?

Estou tão atrasada com esse blog, haha! E eu nem sei mais quais eram as coisas que eu tinha dito para mim mesma que ia postar (eu devia ter feito uma lista de verdade numa folha de papel, rs) - mas lembro de ter dito que ia publicar aquele ensaio que eu estava escrevendo quando fiz o post do Art Loli, então, como ele já está pronto há um tempo (e como eu ainda estou meio apressada para escrever qualquer coisa) vou colocá-lo hoje aqui.

Só queria lembrar que, apesar de ser para a faculdade, esse não é um texto nem um pouco científico. Eu fiz uma pesquisa bem básica, já que esse trabalho foi escrito só para sugerir um tema para talvez ser aprofundado mais tarde (o título original até era "Questionamentos sobre moda de rua japonesa e arte", já que se tratava basicamente de um processo de dúvida). Também queria deixar avisado que nem tudo que eu falar nesse "ensaio" é exclusivo da moda de rua japonesa, eu só dei foco para ela. ~E que eu também nunca estive no Japão, então tudo foi baseado em pesquisa (que eu espero que não esteja muito fora da realidade, rs).

E é isso. Sintam-se a vontade para opinar, apontar erros e essas coisas, rs. :)

★ Moda de rua japonesa e arte 
link
Definir Arte é uma tarefa praticamente impossível. Mesmo assim o termo é usado com frequência para designar o mais variado tipo de coisa, o que torna a palavra cada vez mais abstrata. Quando estudei Moda, ouvi várias vezes que estávamos trabalhando com um tipo de Arte. Mas por quê? É até comum aceitar a Moda conceitual das passarelas como artística, talvez pela pouca usabilidade de suas peças - mas, mais provavelmente porque há nela maior preocupação com formas e cores do que com a simples necessidade de vestir alguém. Por outro lado, é na moda de rua que as expressões individuais são mais acentuadas. Nesse quesito, não há lugar onde isso seja mais evidente do que nas ruas de Tokyo. Em bairros como Harajuku, encontramos os mais variados estilos pessoais, completamente livres dos conceitos “modísticos” modernos. É claro que a roupa ainda tem o intuito de cobrir e proteger, mas faz muito mais do que isso. É uma expressão de um grupo ou de um indivíduo. É uma reflexão sobre cores, texturas, imagens e representações. É muito artístico.

Pesquisar sobre a moda de rua japonesa pode abrir portas para o entendimento do que Arte realmente significa. Pode nos permitir encontrar ligações entre o que é essencial (o ato de se vestir, numa sociedade moderna) e o que é expressão (que, afinal de contas, também pode ser vista como uma necessidade básica). Há uma grande quantidade de possibilidades relacionadas a esses assuntos – psicológicas, sociológicas, artísticas, etc.

Tomemos como exemplo uma figura que se tornou relativamente conhecida nos últimos tempos: Eijiro Miyama, também apelidado de Boshi Ojisan (algo como “homem/tio do chapéu”), que, aos 80 anos de idade, passas seus fins de semana nas ruas de Yokohama vestindo chapéus enormes – nos quais todo o tipo de coisa é atada, principalmente bonecas e brinquedos antigos – roupas coloridas, colares incomuns, e até "brincos" que servem como pequenos aquários para peixes dourados vivos. Miyama acabou por participar de algumas exposições de arte dentro e fora do Japão, mas antes disso - por mais estranha que sua indumentária pudesse parecer para quem o visse passeando calmamente em sua bicicleta numa tarde de domingo - tudo se tratava apenas de uma maneira inusitada de se vestir*. Apenas um tipo diferente de roupa. E roupa todo mundo usa. Então, quando é que a linha entre a arte a moda foi cruzada? Haverá, afinal de contas, uma linha?


Eijiro Miyama 

Apesar de o usarmos como exemplo, Eijiro Miyama não é nem de longe a única pessoa a vestir-se de maneira tão diferente nos bairros japoneses (e no mundo). Grupos e indivíduos criaram bases completamente diferentes das que estamos acostumados a ver no dia-a-dia ocidental, no que se trata de vestuário. É verdade que boa parte dessas subculturas tão incomuns surgiram como uma espécie de releitura japonesa de peças de roupa dos EUA e da Europa, mas, a despeito de suas origens, tornaram-se movimentos completamente originais. Muitas pessoas se viram livres para criar e desenvolver estilos próprios (baseados ou não no que viam nas ruas). Há também certa diferença nos desfiles de moda dessas regiões: em vez de apenas lançarem tendências (embora certamente o façam), eles estão mais conectados com o que acontece do lado fora, muitas vezes adaptando ideias que surgiram nas ruas. Há uma troca de informações, onde o que as pessoas fazem fora das passarelas tem igual (às vezes até maior) importância do que os estilistas propõem nelas. Não há imposição. E a verdade é que os próprios estilistas estão nas ruas.

Sebastian Masuda é o designer da colorida e chamativa 6%DOKIDOKI, que serviu de influência para inúmeros estilos que surgiram desde o nascimento da marca (principalmente o Decora, que é marcado pelo excesso de acessórios coloridos e sobreposições de peças). Nesse período, de 1995 - data de criação da marca - até hoje, o Decora já se tornou bastante diferente do que era no início, e outros estilos inspirados emergiram em Tokyo. Os estilos antigos ou transformam-se para manterem-se vivos, ou dão lugar a coisas completamente novas. Ainda é possível encontrar um pouco de Decora em artistas modernos como Kyary Pamyu Pamyu (que teve um dos clipes dirigidos por Masuda), mas as mudanças também são muito claras. Tudo é extremamente mutável e livre. Mas o que quero pontuar, é que, mesmo se nos focarmos apenas nas produções de Sebastian Masuda e no Decora, já seríamos capazes de nos confrontarmos com algumas questões a respeito de arte.

Sebastian Masuda não só foi o diretor de arte de clipes musicais, como recentemente lançou-se em uma exposição, que seria sem dúvida, considerada artística. A exibição “Colorful Rebelion – Seventh Nightmare”, em Nova York, conta com instalações e peças multicoloridas, que são praticamente versões “não-vestíveis” do que ele propõe na 6%DOKIDOKI.  Mas então, o que separa essas produções expostas das que são vendidas nas lojas? Mais importante que isso: o que é que separa a produção de Masuda numa galeria, de uma combinação maravilhosamente criativa de alguém que comprou suas peças e decidiu usá-las como bem entendesse? Diferentemente do que acontece nas passarelas (inclusive nas japonesas), na moda de rua a pessoa não é apenas um suporte para a roupa de um estilista, mas faz a roupa ser o que é - modificando-a e combinando-a da maneira que quiser.

 
 Acima: parte da exposição de Sebastian Masuda (esquerda), e Cramy Sauce, usando peças da marca 6%DOKIDOKI em Harajuku (direita).

O uso da peça, a meu ver, é mais importante que a peça em si, nesses casos. Se fossemos conjeturar sobre uma peça de vestimenta ser ou não arte, acabaríamos nos deparando com trabalhos como os do Bispo do Rosário, ou as obras não muito usáveis de Maribel Domenech, por exemplo, que, em ultima análise, são peças de roupa que também são arte – por isso podem ser expostas em museus (e são) sem que ninguém fique dando muito palpite a respeito. Mas se levarmos em conta a produção do Bispo do Rosário, por exemplo, veremos que ela não era considerada arte antes de alguém julgá-la como tal. Mais ou menos o que houve com o “homem dos chapéus”, embora, é claro, as proposições dos dois artistas fossem um tanto diferentes entre si. Por outro lado, enquanto uma peça do Bispo do Rosário hoje é uma obra de arte por si só, o efeito de qualquer indumentária de Eijiro Miyama é quase todo perdido quando ele não está a vestindo. Ver vestidos e chapéus em manequins não é a mesma coisa que encontrar um velhinho usando-os naturalmente no dia-a-dia. Até porque, como já foi dito, essas peças e combinações nem foram feitas para ser exatamente Arte*, embora seu teor artístico seja inegável.

Exposição de Eijiro Miyama no Japão, em 2008. Compare com a fotografia em que realmente ele usa as roupas.

Outro caso interessante da moda de rua japonesa é o recente surgimento de um estilo denominado Artistic Lolita, ou Art Loli. Não se sabe exatamente o motivo dessa nomeação, mas decerto a parte “artistic” ou se refere ao cuidado e reflexões necessárias para montar uma combinação no estilo, ou ao excesso quase barroco dos outfits. É curioso notar como, apesar da designação de estilo, nenhuma combinação é muito semelhante à outra. Há elementos marcantes que o identificam, mas ninguém diria que caem na mesmice. Isso acontece com boa parte das subculturas japonesas também, embora uma ou outra seja mais rígida a respeito de seus enquadramentos. Mesmo assim, em geral a liberdade de criação é praticamente infinita. A questão aqui é, entretanto, com a nomenclatura. É fácil encontrar páginas na internet que digam coisas como: “Ninguém há de discordar que são verdadeiras obras de arte!” quando se referem ao Artistic Lolita. Não seria essa uma expressão capaz de englobar os outros estilos da moda de rua japonesa (e claro, as criações inovadoras do resto do mundo)?



Algumas combinações diferentes no Art Loli. Variam bem mais que esses dois exemplos. Déjà vu de fotos, rs

Apesar da enorme profusão de estilos que vêm e vão nas ruas de Tokyo, é muito comum encontrar combinações que não se encaixam em nenhum estilo específico e que são extremamente expressivas. Não pretendo diminuir a incrível capacidade criativa dos indivíduos que, por um motivo ou outro, escolhem ficar dentro um estilo com determinados padrões. Há coisas extremamente interessantes dentro dessas pequenas culturas (e até em culturas maiores e menos incomuns), como foi visto. A expressividade, afinal, vem das escolhas pessoais, e determinar se suas combinações vão ou não estar dentro de um estilo mais ou menos pré-determinado é opção individual.

O que diferencia as modas urbanas japonesas dos demais tipos de moda no mundo é provavelmente a valorização da criatividade pessoal, o que contribui para essa mutabilidade constante de pequenos padrões, ou em muitos casos, para a sua quase que completa ausência. Uma combinação inusitada de peças coloridas da 6%DOKIDOKI não perde em nada para os chapéus de Miyama - são apenas mensagens diferentes. A verdadeira lição da moda de rua japonesa é expressar-se corajosamente.
Certamente ninguém em Harajuku está muito preocupado com a possibilidade de suas vestimentas serem consideradas Arte ou não. O que vale é sentir-se bem. Mesmo assim é impossível não relaciona-los. Se não são Arte da maneira convencional, também não deixam de ser grande influência para inúmeros artistas “tradicionais”. Há uma porção de ilustradores, pintores e até músicos que se inspiram e tornam-se inspiração nas ruas nipônicas. Acredito que é impossível desconectar a arte da moda num ambiente como esse, mas os limites (se é que existem) são muito tênues. Buscar entender melhor essa cultura pode proporcionar muitos esclarecimentos – ou ainda mais questões sobre os caminhos da arte, ou no mínimo, da expressão. De qualquer forma, não é algo para ser ignorado.

Por fim, há uma questão quase filosófica que se insinua sobre essa análise: se todos nós pudéssemos realmente nos vestir e nos expressarmos como quiséssemos, sem apenas reproduzir o que é vendido em propagandas ou lojas de departamento, não seriamos todos artistas?

*Não dá para saber exatamente o que se passa na cabeça das pessoas, rs, então dizer se alguém estava vestindo alguma coisa como "arte", como vestimenta "normal", ou como algo completamente diferente é uma tarefa impossível. Isso de "não ter sido pensado para ser arte" é bastante especulativo, mas foi o que eu achei que se encaixava melhor com o Boshi Ojisan (dê uma lida aqui, por exemplo) e com o argumento. Não quer dizer que seja exatamente dessa maneira. Talvez seja, eu realmente não sei. :s

Bibliografia principal e imagens

http://www.artbrut.ch/en/21004/1017-3/authors/miyama--eijiro
http://tokyofashion.com/sebastian-masudas-art-exhibition-new-york/
http://tokyofashion.com/harajuku-decora-girls-hello-kitty-6dokidoki/
http://m.niusnews.com/upload/imgs/default/13MarN/miyamaeijiro/10.jpg
http://media-cache-cd0.pinimg.com/736x/d0/f0/dc/d0f0dcfeae956dce239b1238f351190c.jpg
http://www.sul21.com.br/jornal/moda-e-arte/

 Se você for utilizar esse texto integral ou parecialmente (assim como qualquer outro conteúdo do blog), por favor dar os devidos créditos ;) 



E ficou assim, rs. Não tenho certeza se vou começar algum tipo de pesquisa com isso, mas acho que é algo interessante para ser discutido. O que vocês pensam sobre o assunto?


Vou ficando por aqui, até mais!


Milky

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